Mostrando postagens com marcador Linux. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Linux. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 15 de maio de 2013

WebServer para compartilhamento de arquivos em Python

Essa é uma dica rápida e simples. Sabe aquele momento que você tem um arquivo na sua máquina Linux e quer transferir para um amigo e vem toda aquela complicação de configuração do Samba, compartilhamento de pastas, permissões e que no final você acaba desistindo porque acaba não dando certo? 

Ou então envia por e-mail que é "mais fácil", o que acaba tendo que fazer upload do seu arquivo para depois o amigo fazer o download ainda. Isso se o arquivo não for tão grande que o e-mail não consiga enviar


Enfim, até hoje não encontrei uma forma mais fácil de compartilhar um arquivo do que essa que mostrarei aqui.
O que acontece é que você cria uma página web na pasta que você está no momento e qualquer pessoa na rede pode acessá-la pelo navegador, não importando se é Linux, Windows, BSD, Mac, iOS, Android, Windows Phone ou qualquer outro sistema operacional.


segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Invertendo URLs no Linux

Achei essa postagem perdida nos rascunhos aqui. Já tem muito tempo que escrevi isso, mas devo ter esquecido de postar. Bom, segue aí só para não ficar de rascunho.

Todo mundo que já baixou arquivos através de algum blog já deve ter visto aqueles "protetores de links". Alguns possuem no próprio link do protetor o caminho do download ficando:

http://www.protetordelinks.com/url=http://www.megaupload.com/?d=RIERIZRC

Nesse caso é só copiar o endereço do megaupload e mandar abrir que ele já abre sem problemas.
Mas existem também os que colocam o endereço ao contrário, ficando dessa forma:

http://www.protetordelinks.com/url=CRZIREIR=d?/moc.daolpuagem.www//:ptth


segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Verificar em qual porta um processo está executando

Em um determinado momento, você está no seu servidor Linux ou Windows, ou até mesmo em uma estação e roda o comando nmap para saber quais portas estão abertas. Eis que o nmap lista uma porta que você não reconhece a princípio qual processo está escutando nela. Como saber qual programa está usando essa porta?

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Entendendo o CRON

Para quem não conhece, o CRON é o agendador de tarefas do Linux. Com ele é possível executar programas em horários específicos e em intervalos regulares. Ele é muito utilizado para programar backups ou scripts que necessitam serem executados repetitivamente.

A configuração dele é simples, porém um pouco confusa para iniciantes. Então deixo aqui uma imagem que mostra detalhadamente o funcionamento dele.

Para editar o CRON, execute o seguinte comando
# crontab -e 

Dessa forma ele abrirá o editor de texto e você poderá configurar os seus scripts da forma de desejar. A sintaxe está na imagem abaixo. 

Executa o script /usr/local/sbin/backup.sh todos os domingos as 02:36h

Clique na imagem para ampliar


domingo, 14 de agosto de 2011

Inserindo legendas opcionais em videos no iPhone

Confesso que achei um pouco estranho o título dessa postagem, mas não achei uma forma melhor de descrever o que vou explicar.
Existem muitos tutoriais explicando como inserir legenda em vídeos e depois passar para o iPhone. Bom, o que explicarei aqui é quase a mesma coisa, só que no iPhone você terá a opção de visualizar a legenda ou não (direto do app iPod, que é padrão no dispositivo), dependendo de sua vontade.
Não entendeu? É mais fácil mostrar do que ficar escrevendo. Abaixo estão dois screenshots do mesmo vídeo no iPhone, um com a legenda ativada e outro com a legenda desativada.





sábado, 2 de julho de 2011

Backup das permissões de arquivos e pastas no Linux

Recentemente precisei fazer backup das permissões de arquivos e pastas no Linux, pois precisava para caso ocorresse alguma coisa errada nas permissões que eu estava mexendo. Então encontrei dois comandos para resolver isso, um para fazer o backup e outro para restaurar. O legal é que ele preserva tudo, tanto as permissões quanto o dono e o grupo, dessa forma é possível fazer um backup completo deles em um simples arquivo texto e restaurá-los depois.

sábado, 25 de junho de 2011

Data e hora no history no Linux

Como às vezes (ou sempre) trabalhamos com mais de uma pessoa mexendo no mesmo servidor (ou servidores), e utilizando o mesmo login, ficamos sem saber o horário ou o dia que alguém digitou tal comando. Então eu costumo colocar no histórico do Linux a data e o horário que determinado comando foi digitado. Dessa forma, ao digitar o comando history, aparece a data, o horário e o comando que foi digitado.

terça-feira, 21 de junho de 2011

Ping de Linux para Windows por nome

# ping maquina01
ping: unknown host maquina01

No Linux não vem habilitado por padrão para dar ping em uma máquina Windows pelo nome dela, somente pelo IP. É necessário uma pequena intervenção para isso.

terça-feira, 14 de junho de 2011

Alterando formato de Logs do Squid

Ultimamente só utilizo o access.log do Squid para verificar algo em tempo real (se algum bloqueio foi feito ou liberado, vendo porque algum site não acessa), isso quando não faço uso do SQStat. Mas há quem goste de verificar a data e horário no próprio log do squid ou guardar para futuras consultas (apesar de existir o Sarg que também gera um relatório).

terça-feira, 31 de maio de 2011

Dividindo arquivos no Linux

Outra dica rápida. Para dividirmos arquivos no Linux podemos empacotá-los utilizando o tar e colocando alguns parâmetros para gerar vários arquivos. Ou então podemos utilizar o tar para empacotar e o split para separar.

A vantagem do tar é que você já empacota e divide os arquivos ao mesmo tempo. Vamos supor que queremos dividir o arquivo exemplo.iso usando tar.

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Substituindo comandos digitados de forma errada

Essa vai ser rápida. Às vezes quando estamos digitando no terminal Linux, acabamos errando uma letra em um comando grande. Por exemplo:

cptables -t nat -A PREROUTING -p tcp -i ppp0 --dport 3000 ! -s 10.0.2.0/24 -j DNAT --to-destination 10.17.153.201:3389

sábado, 21 de maio de 2011

Zimbra - Serviço stats não inicia

Estou aprendendo a mexer no Zimbra. Tomando mais surra do que aprendendo, é verdade. Mas nada que me desanime. Acho incrível como a gente passa bastante tempo lendo sobre a ferramenta, para que serve, como funciona, instalação, configuração e tudo o mais e na hora de meter a mão na massa, descobrimos que não sabemos nada!

Não é completamente verdade isso, mas só na hora dos problemas para a gente se desenvolver com a ferramenta e aprender mais o funcionamento dela. Hoje aprendi o que fazer quando o serviço stats está como stopped.

sábado, 5 de março de 2011

Tunelamento com SSH

Um dos clientes que presto suporte possui uma estrutura um pouco incomum para mim. Uma conexão ADSL com o modem roteado, um servidor Linux ligado nesse roteador funcionando como gateway. No modem, foi colocado o endereço desse servidor na DMZ, para que toda requisição da Internet para esse endereço fosse enviada diretamente para o servidor.

O problema é que quando esse modem reinicia (por queda de energia mesmo), a configuração de DMZ também reinicia. Ou seja, ficamos sem acesso ao servidor. O modem também não permite acesso remoto pelo browser através da Internet. Por sorte, existe uma regra no modem que redireciona o tráfego na porta 22 para o gateway (e essa regra não é reiniciada quando o modem desliga e liga novamente).

sexta-feira, 4 de março de 2011

Acesso SSH em mais de uma porta


Há algum tempo atrás precisei fazer algumas configurações em um dos servidores que eu trabalhava para que conseguisse acessar remotamente através da Internet e da rede local também. Nesse local, a maioria dos servidores é Linux, com excessão do servidor de Domínio que é Windows Server. Porém eu não queria liberar a porta 22 para a Internet, somente para a rede local. Para a Internet eu queria liberar uma porta alta.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

VIM com acentos e ç no Putty

Hoje a postagem será apenas uma dica rápida, não pretendo me aprofundar muito não. E também para que eu possa olhar aqui quando precisar dessa dica.
Atualmente trabalho com servidores tanto Linux quanto Windows, apesar de ter um pouco de paixão pelo Linux pela modularidade que ele oferece e ter mais facilidade com linha de comando do que com interface gráfica, por mais incrível que isso possa parecer.

Na maioria das vezes não estou de frente para o servidor que quero acessar e com isso uso bastante o PuTTY. Só que acabava sempre tendo um inconveniente: como gosto de comentar muito nos arquivos .conf que edito, nunca conseguia colocar acentos. Quando eu tentava, apareciam uns caracteres estranhos e ficava uma coisa muito doida no terminal. Então tinha que usar o "internetês", que eu odeio, ou escrever sem acento e sem o 'ç' Coisas como "eh" no lugar de "é", "secao" no lugar de "seção", entre outras bizarrices.

Enfim, para corrigir isso, basta abrir o arquivo /etc/vimrc (pode ser com o próprio VIM mesmo) e colocar esse texto no início do arquivo, que dará suporte aos acentos e 'ç' do nosso teclado brasileiro.

set encoding=iso-8859-1
set fileencodings=iso-8859-1

Após isso comentem todas as linhas até a linha antes de:

set nocompatible

Para comentar as linhas, utilize aspas duplas ( " ), e não sustenido ( # ).
O meu /etc/vimrc ficou assim (apenas o início está sendo mostrado):








Depois é só salvar (:wq), editar algum arquivo novamente com o VIM e utilizar os acentos.

segunda-feira, 23 de março de 2009

Google Chrome - Configuração de Proxy

Já tem alguns tempo que eu aprendi isso, e sempre pensava: "Tenho que colocar isso no blog". Mas sempre que entrava aqui eu esquecia. Trata-se do Google Chrome, o navegador que a empresa Google desenvolveu.
Como estamos em um mundo onde a mobilidade é essencial, nada melhor do que esse grande acerto do Google que faz com que possamos configurar o endereço de proxy no próprio atalho do navegador.
Que diferença tem isso?
Bom, para quem tem um desktop que fica em casa, não tem necessidade nenhuma, a não ser um conhecimento mesmo. Mas para quem utiliza um computador portátil essa dica é muito interessante, pois podemos ter vários atalhos com vários endereços de proxy diferentes.
Crie um atalho na sua área de trabalho (ou aonde queira), clique com o botão direito nele e selecione a opção propriedades.



No campo "Destino" digite no final o seguinte:

--proxy-server=endereço_do_proxy:porta

O endereço do proxy pode ser tanto em IP como em FQDN (Fully qualified domain name) por exemplo:

--proxy-server=192.168.0.1:3128

--proxy-server=proxy.empresa:3128



Depois disso é só clicar em OK e pronto, o seu atalho está criado. Caso queira um outro proxy, é só criar mais um atalho e colocar o outro endereço. Caso queira algum que não tenha proxy, cria o atalho e apaga o parâmetro de proxy.
Para facilitar, renomear os atalhos é uma opção interessante, você pode colocar o atalho que tem o(s) proxy com nomes diferentes.


quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Wake On LAN

Olá pessoal,

Devido à falta de tempo para poder fazer uma demonstração descente do notebook, vou atualizar esse blog com uma outra postagem.

Vou falar um pouco sobre Wake On LAN. É um assunto que muita gente sabe o que significa, mas pouca gente sabe utilizar. Para quem não sabe aqui vai uma pequena explicação:

Segundo o Wikipédia, "Wake on LAN (também WOL ou WoL) é uma tecnologia-padrão de rede Ethernet que permite que um computador seja ligado remotamente."
Correto, mas é preciso explicar um pouco mais do que isso. Muita gente já me perguntou como é que faz para o computador ser ligado remotamente, se é só digitar "ping " no prompt de comando e faz com que a máquina ligue.

Não, o negócio não é bem assim. Para poder ligar ou "acordar" o computador é necessário enviar para o destino um pacote especial, chamado "magic packet" ou "pacote mágico". Só tem um problema, a máquina está desligada, como é que a gente vai enviar alguma coisa para uma máquina desligada?

Bom, vamos começar toda a explicação então. A primeira coisa que tem que se fazer na máquina que será ligada é ativar o recurso Wake On LAN na BIOS. Normalmente fica dentro do grupo "Power Management". Ele pode ter outros nomes como "Wake Up on LAN", "Power On LAN", enfim, você vai saber quando encontrá-la.

Depois de ativar, você deve saber qual o endereço MAC (também chamado endereço físico) da sua placa de rede (a cabeada, não a wi-fi). Para saber isso no Windows abra o prompt de comando e digite ipconfig /all. Encontre o Endereço físico.
No linux você tem duas opções, a primeira é você digitar ifconfig no console e encontrar o Endereço de HW ou então digitar ifconfig | grep HW e então ele só mostrará o endereço MAC das placas de rede que você tem instaladas.

Anotado o endereço MAC, é hora de arrumar um programa que envie o magic packet. No Windows eu uso um chamado Wake On LAN que pode ser baixado em http://www.depicus.com ou em http://www.caldas.xpg.com.br/programas/WakeOnLan.zip
Para Linux eu não procurei nenhum ainda, mas se alguém se interessar, é só avisar que eu procuro e posto aqui.

Depois de fazer o download do programa, abra o executável e digite as informações que ele pede.
O campo Internet Address você pode colocar qualquer um que esteja entre a faixa da rede.
Pronto, agora clica em Wake me UP e pronto, você vai ver o computador remoto ligando.

Esse exemplo é para uma rede local. É possível fazer isso também através da inernet, desde que o seu roteador possa fazer redirecionamento para broadcast.

Já me fizeram o seguinte questionamento: "E para que eu preciso disso?". Eu acho esse recurso muito interessante, pois evita que a máquina fique ligada o tempo todo. Outra coisa é se a rede for grande, e você precisar de alguma coisa que esteja em uma máquina distante, basta ligá-la, acessar remotamente e depois desligá-la. Isso ajuda a diminuir o gasto de energia além de ter que ir ao local onde está a outra máquina.