sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Remover associação de extensão para determinado aplicativo

"O Windows não pode abrir este arquivo:
Para abrir este arquivo, o Windows precisa saber qual programa você quer usar para abrí-lo."

Selecionar um programa da lista de programas instalados
Recentemente quis abrir um arquivo que não tinha aplicativo associado para ele. Porém não queria que arquivos com aquela extensão sempre abrissem com tal programa.
Isso é muito simples, basta na lista de programas disponíveis para abrir o programa desmarcar a opção "Always use the selected program to open this kind of file".

Sempre usar o programa selecionado para abrir este tipo de arquivo


Mas como nem tudo é tão simples, acabei (em um momento "raro" de desatenção) esquecendo de desmarcar e então ele ficou por padrão abrindo com o programa que selecionei.

Procurei em vários sites e em vários deles diziam para baixar programas que faziam isso ou então apagar determinadas chaves do registro. Como não gosto de instalar programas para fazer quase nada com ele parti para as chaves do registro.

Os tutoriais informavam que deveria navegar até o caminho abaixo (utilizarei a extensão .doc no exemplo):
HKEY_CURRENT_USER\Software\Microsoft\Windows\CurrentVersion\Explorer\FileExts\.doc, apagar a subchave chamada UserChoice e depois reiniciar o Windows.
Funcionou parcialmente. Retirou a associação, porém a imagem de exibição do arquivo continuou da mesma forma.

Depois vi em outros sites explicando sobre o comando assoc. Já havia utilizado ele, porém continuou da mesma forma, com a imagem de exibição associada ao aplicativo. De qualquer forma o comando seria o seguinte:

assoc .doc=

Se for digitado apenas assoc .doc, ele mostrará com que programa a extensão está associada. Reiniciar o computador após isso.

Então procurei no registro por conta própria uma chave que me  mostrasse a extensão (.doc no exemplo) e encontrei a seguinte:

HKEY_CLASSES_ROOT\.doc

Apaguei a chave .doc e reiniciei o Explorer apenas (já estava cansado de reiniciar o computador para ficar testando). E dessa vez funcionou! A extensão além de ficar desassociada, a imagem de exibição do arquivo também ficou a padrão do Windows para arquivos com extensões desconhecidas.

Então fica a dica para quem quiser ou precisar remover a associação de determinada extensão.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

VIM com acentos e ç no Putty

Hoje a postagem será apenas uma dica rápida, não pretendo me aprofundar muito não. E também para que eu possa olhar aqui quando precisar dessa dica.
Atualmente trabalho com servidores tanto Linux quanto Windows, apesar de ter um pouco de paixão pelo Linux pela modularidade que ele oferece e ter mais facilidade com linha de comando do que com interface gráfica, por mais incrível que isso possa parecer.

Na maioria das vezes não estou de frente para o servidor que quero acessar e com isso uso bastante o PuTTY. Só que acabava sempre tendo um inconveniente: como gosto de comentar muito nos arquivos .conf que edito, nunca conseguia colocar acentos. Quando eu tentava, apareciam uns caracteres estranhos e ficava uma coisa muito doida no terminal. Então tinha que usar o "internetês", que eu odeio, ou escrever sem acento e sem o 'ç' Coisas como "eh" no lugar de "é", "secao" no lugar de "seção", entre outras bizarrices.

Enfim, para corrigir isso, basta abrir o arquivo /etc/vimrc (pode ser com o próprio VIM mesmo) e colocar esse texto no início do arquivo, que dará suporte aos acentos e 'ç' do nosso teclado brasileiro.

set encoding=iso-8859-1
set fileencodings=iso-8859-1

Após isso comentem todas as linhas até a linha antes de:

set nocompatible

Para comentar as linhas, utilize aspas duplas ( " ), e não sustenido ( # ).
O meu /etc/vimrc ficou assim (apenas o início está sendo mostrado):








Depois é só salvar (:wq), editar algum arquivo novamente com o VIM e utilizar os acentos.

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

K-Lite Codec Pack - .rmvb sem som

Desde que conheci o pacote de codecs do K-Lite, em especial o K-Lite Mega Codec Pack, virei fã dele. Toda vez que aparecia uma atualização não perdia tempo e baixava logo. Também sempre recomendei (e continuo recomendando) esse pacote para quem me diga que não está conseguindo ver algum vídeo ou ouvir determinada música.
Porém, em uma dessas atualizações, onde eu desinstalava a versão anterior e instalava a mais nova, percebi que uma das versões (alguma coisa depois da 6.2 eu acho, no momento estou com a 6.4) o Media Player Classic se integrou à barra de tarefas do Windows 7, ficando parecido com o Windows Media Player. Com isso aposentei totalmente o Windows Media Player, pois as opções de pause, play, avançar e retroceder agora são iguais

Na imagem ao lado dá para ver isso, esses botões de retrocesso, stop, play e avanço são de verdade mesmo. E ainda existe o botão de tela cheia (full screen) mais a direita. O botão de play vira pause quando algum filme ou vídeo está em execução.

O que acho mais interessante nesse pacote é a estabilidade e o "convívio em harmonia" com todos os codecs que acompanham. Lembro que antes eu tinha um documento explicando como instalar codecs para que não houvesse conflito entre eles. Era um processo muito chato, instalava um pacote, selecionava algumas opções, depois instalava outro, marcava outras opções, e mais outro que substituía alguns arquivos dos anteriores porque eram corrompidos. Com o K-Lite isso não existe! Ele é capaz de detectar codecs quebrados e/ou conflitantes e resolver esses problemas facilmente. 

O K-Lite vem acompanhado do Media Player Classic a partir da versão Standard. Mas caso queira continuar utilizando o seu player padrão (Windows Media Player, Windows Media Center, BSPlayer etc.) pode continuar utilizando sem problemas.

Agora partindo para o assunto do título, minha irmã me informou que havia instalado o K-Lite e os arquivos .rmvb estavam sem som. Imaginei de cara que ela tinha feito alguma coisa de errado na hora da instalação ou então estava com os vídeos com problemas. Mas depois que ela pediu que eu verificasse, realmente vi que ele não executa o áudio de nenhum arquivo .rmvb.

Depois de apanhar um pouco, consegui resolver o problema (e não foi instalado outros codecs como o pessoal sugere em diversos sites). Então deixo aqui um passo-a-passo: 

Menu Iniciar (que não é mais Iniciar, mas o termo "pegou") > Todos os Programas > K-Lite Codec Pack > Quick Codec Config;
Next na primeira tela, Next na segunda, depois clica em ffdshow audio decoder;
No lado esquerdo da janela que abrir clique em Codecs (a primeira opção) e do lado direito basta procurar por Real Audio e Cook. Essas duas opções estão como disabled;
Selecione libavcodec para as duas e clique em OK;
Depois disso basta abrir novamente o Media Player Classic e verá que o arquivo .rmvb já estará com o áudio funcionando. Não sei se é realmente necessário o Cook estar ativado, mas tentei somente com o Real Audio e não funcionou de cara. Talvez porque o Media Player Classic ainda estava aberto. Enfim, se funcionar somente com o Real Audio vocês me avisam. :P

Clique na imagem para vê-la em tamanho natural


Update em 05/04/2011 - Vídeo lento ou travando após os procedimentos acima

Para quem fez os passos acima e apresentou lentidão no vídeo ou ele ficou travando, no site do Codec Guide (que é o fabricante do pack) explica uma solução que dá certo.
Está faltando o decoder para RealAudio COOK. Você pode instalar seguindo os passos abaixo:

Opção 1
- Baixe os arquivos necessários aqui: http://www.caldas.xpg.com.br/programas/decoder.zip (399KB)

Descompacte-os na pasta C:\Windows\System32 (para Windows 32bits) ou C:\Windows\SysWOW64 (para Windows 64bits.

Opção 2
- Você pode baixar pelo site oficial, mas são 9,0MB e você só vai precisar de 5 arquivos.

http://www.mplayerhq.hu/MPlayer/releases/codecs/windows-essential-20071007.zip (9,0MB)
Descompacte apenas esses arquivos e coloque-os na pasta C:\Windows\System32 (para Windows 32bits) ou C:\Windows\SysWOW64 (para Windows 64bits):
cook.dll
pncrt.dll
sipr3260.dll 
drv33260.dll
drv43260.dll

Após ter escolhido sua opção e descompactado os arquivos na pasta correta, é recomendado que desabilite decodificação do RealVideo no ffdshow. Isso permite usar o decoder que você tem instalado, que deve dar uma melhor performance.


Menu Iniciar > Todos os Programas > K-Lite Codec Pack > Quick Codec Config;
Next na primeira tela, Next na segunda, depois clica em ffdshow video decoder;

Coloque o Real Video 1,2, Real Video 3 e Real Video 4 como desabilitado.

Clique na imagem para vê-la em tamanho natural

Informação extra:
Não deixe de ler os comentários, há soluções para outros problemas também.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Vírus em pendrive - Parte 02

Arquivos ocultos não aparecem
Depois de resolvermos o problema do pendrive, para que ele não fique espalhando vírus por aí, é hora de fazer o Windows mostrar os arquivos ocultos quando tivermos interesse.
Isso é feito alterando uma chave no registro do próprio sistema operacional. Podemos fazer isso manualmente ou então criando um arquivo .reg ou .bat. Aqui vamos aprender a criar um arquivo .bat.

Abra um bloco de notas e digite o seguinte texto:

reg delete HKLM\Software\Microsoft\Windows\CurrentVersion\Explorer\Advanced\Folder\Hidden\ShowAll /v CheckedValue /f

reg add HKLM\Software\Microsoft\Windows\CurrentVersion\Explorer\Advanced\Folder\Hidden\ShowAll /t reg_dword /v CheckedValue /d 1 /f

O primeiro comando apagará qualquer chave com o nome CheckedValue que já exista. Depois disso o segundo comando irá criar uma nova chave.


Todo o texto deve estar na mesma linha. Depois salve-o como mostrar_ocultos.bat. Execute-o e  pronto, já deve ser possível visualizar os arquivos ocultos.
Caso ainda não consiga vê-los, vá até o menu Ferramentas > Opções de Pasta. Então marque a opção Mostrar arquivos ocultos e clique em OK.

Vírus em pendrive - Parte 01

Sabemos o quanto é chato possuir um pendrive com vírus. O pendrive não é desconectado no Windows, fica se replicando para cada máquina que é plugado, e por mais que você tente apagá-lo, olha ele lá de novo se executando!
Existem vários tipos de vírus para pendrive, alguns são feitos para se replicar pela rede, outros para se replicar para outros pendrives (ou qualquer outro dispositivo de armazenamento em massa USB), e outros que não se replicam, ficam apenas executando quando o seu pendrive é conectado. Esse último tem o objetivo de que o pendrive seja desconectado de forma incorreta, ou seja, puxando ele sem desconectá-lo. Isso porque quando você tenta desconectar o pendrive o sistema operacional vê que tem arquivos dentro dele sendo usados e não deixa desconectar. Quando o dispositivo é desconectado "na marra", corre o perigo de corromper arquivos ou até queimar o pendrive.
Na grande maioria das vezes os vírus são arquivos ocultos, e para se "proteger" bloqueiam a visualização deste tipo de arquivo. Mesmo acessando o menu Ferramentas > Opções de pasta e desmarcando a opção Não mostrar arquivos ocultos, ao clicar em Ok, ele volta a ocultar os arquivos, fazendo com que não apareçam de forma nenhuma.

Existem alguns softwares na Internet que tiram essas pragas, outros que dizem proteger e por aí vai. O que não falta na verdade são alternativas para evitar vírus em pendrive.

A solução que mostrarei aqui é muito simples e evita que o vírus seja executado na máquina em que é plugado. Bastante funcional, evita que o vírus seja executado e que se espalhe pela rede.
Primeiramente gostaria de informar que esse método não é para remover vírus, e sim para evitar que ele se execute (o que dá quase no mesmo, pois um programa que não é executado não serve para nada). Antes de tudo vamos aprender algumas coisas:

1. Não pode existir um arquivo e uma pasta com o mesmo nome em um mesmo local
- Isso significa que criando uma pasta com um nome, não será possível criar um arquivo com o mesmo nome nesse local. Isso só é possível caso seja apagada a pasta e depois criado o arquivo. Experimentem testar isso.

2. O primeiro arquivo que o Windows lê em um pendrive ou qualquer mídia é o arquivo autorun.inf
É esse arquivo que informa o que o sistema operacional deve abrir. Sabe quando você insere um cd de jogo e ele abre aquele menu para fazer a instalação? Então, o autorun.inf que informa onde esse arquivo se localiza no cd e o Windows trata de executá-lo.

Acontece que os vírus sabem desse segundo conceito e com isso eles aproveitam o arquivo autorun.inf para dizer onde o vírus está no pendrive e executá-lo, provocando assim a abertura do vírus.


O que podemos fazer para evitar isso é criar uma pasta na raiz do pendrive chamada autorun.inf (isso mesmo, com a extensão e tudo) e pronto. Criado esse arquivo no seu pendrive, não entrará mais nenhum arquivo chamado autorun.inf e não executará um vírus, pois como vimos, um arquivo e pasta não pode ter o mesmo nome estando no mesmo local. O vírus pode até estar no pendrive, mas não será executado.

Meu pendrive já está com vírus, não consigo criar a pasta autorun.inf e nem ver os arquivos ocultos. E agora?

Agora que a situação já está mais crítica, vamos logo apagar os vírus e o arquivo autorun.inf para podermos criar a pasta de mesmo nome.
O Windows Explorer não vai mostrar os arquivos ocultos pois, como já informamos, o vírus bloqueia essa opção, mas podemos utilizar outros programas que normalmente temos no computador que também servem como gerenciadores de arquivos. Um exemplo é o uso de descompactadores de arquivo (Winzip, WinRAR, 7-Zip, etc). Como eles não utilizam as configurações do Windows Explorer, todos os arquivos são mostrados, inclusive os ocultos e de sistema.

Vou usar o programa 7-Zip como exemplo. Abra o programa (pode abrir um arquivo zip por ele se quiser) e na janela vá navegando até chegar na raiz do seu pendrive. Quando chegar até ela, você verá que existe um arquivo autorun.inf. É só selecioná-lo e apagar apertando a tecla delete, ou clicando com o botão direito e selecionando a opção apagar.
Antes de fazer isso, você pode abrir o arquivo autorun.inf e verificar o caminho onde se encontra o vírus para aproveitar e apagá-lo também. No 7-Zip, basta você clicar com o botão direito no arquivo e clicar na opção Editar.
Depois que o vírus e o autorun.inf forem apagados, basta criar uma pasta com o nome já sugerido anteriormente e pronto.

Com isso resolvemos o problema de seu pendrive sair pegando vírus e espalhando por aí. Mas ainda resta um outro problema, os arquivo ocultos ainda não aparecem.
Veremos isso em Vírus em pendrive - Parte 02

segunda-feira, 23 de março de 2009

Google Chrome - Configuração de Proxy

Já tem alguns tempo que eu aprendi isso, e sempre pensava: "Tenho que colocar isso no blog". Mas sempre que entrava aqui eu esquecia. Trata-se do Google Chrome, o navegador que a empresa Google desenvolveu.
Como estamos em um mundo onde a mobilidade é essencial, nada melhor do que esse grande acerto do Google que faz com que possamos configurar o endereço de proxy no próprio atalho do navegador.
Que diferença tem isso?
Bom, para quem tem um desktop que fica em casa, não tem necessidade nenhuma, a não ser um conhecimento mesmo. Mas para quem utiliza um computador portátil essa dica é muito interessante, pois podemos ter vários atalhos com vários endereços de proxy diferentes.
Crie um atalho na sua área de trabalho (ou aonde queira), clique com o botão direito nele e selecione a opção propriedades.



No campo "Destino" digite no final o seguinte:

--proxy-server=endereço_do_proxy:porta

O endereço do proxy pode ser tanto em IP como em FQDN (Fully qualified domain name) por exemplo:

--proxy-server=192.168.0.1:3128

--proxy-server=proxy.empresa:3128



Depois disso é só clicar em OK e pronto, o seu atalho está criado. Caso queira um outro proxy, é só criar mais um atalho e colocar o outro endereço. Caso queira algum que não tenha proxy, cria o atalho e apaga o parâmetro de proxy.
Para facilitar, renomear os atalhos é uma opção interessante, você pode colocar o atalho que tem o(s) proxy com nomes diferentes.


sexta-feira, 20 de março de 2009

Redes Sociais - Bom ou ruim?

“O chefe chegou, fecha o Orkut!”.
Essa frase já foi muito dita há tempos atrás, quando o Orkut era visto como dispersão ao trabalho e a produtividade.
Hoje em dia, a coisa é diferente. Com a popularização do Orkut, começaram a aparecer outros sites de relacionamento, as chamadas redes sociais. Entre eles encontram-se o Twitter, Facebook, LinkedIn, MySpace e alguns outros. Eles ainda são utilizados principalmente para diversão, mas também há bastante espaço para assuntos profissionais, e não é difícil de encontrar. Como muitas pessoas participam dessas redes sociais, existem vários tipos de pessoas, desde as que só querem saber de brincadeira quanto as que procuram informações pertinentes ao campo que atuam profissionalmente.

Algumas empresas (ainda grande parte) bloqueiam o acesso a esses sites, alegando o que foi dito acima, dispersão e falta de produtividade. Pois o que essas empresas não levam em conta é que o acesso a essas páginas pode ser utilizado para situações que inclusive melhorem o desempenho do funcionário no trabalho.
Às vezes é difícil encontrar uma informação através apenas de sites de busca, uma vez que os sites de relacionamento são fechados. Mas sabendo que esses sites são acessados por uma enorme quantidade de pessoas, fica fácil encontrar a informação que se queira dentro dele. Por exemplo: Está com uma dificuldade em um código do programa que você está fazendo? No Orkut, basta procurar em alguma comunidade que tenha relação com a linguagem e verificar se a sua dúvida já existe lá. Se não existir, você pode criar um tópico com a sua pergunta e esperar que ela seja respondida.

Esse funcionamento é o mesmo de um fórum na internet, que também pode ser um exemplo de rede social, embora quando se fale de rede social se lembre apenas das novas redes. Sem contar que apesar de fóruns serem mais específicos (no Orkut, existem diversos “fóruns” de diversos assuntos), o relacionamento pessoal neles é muito difícil, a coisa é mais profissional, um pouco mais formal.
Empresas de vendas de produtos possuem comunidade no Orkut que serve para eles terem uma opinião a cerca dos seus produtos. Já outras empresas (por exemplo, montadoras de carro), apesar de não ter comunidades criadas por elas, acessam as comunidades que são criadas por clientes para saber quais as falhas que os usuários encontram, o que acham de cada modelo, o que poderia ter e com isso moldam o próximo automóvel.

Com isso nós vemos que as redes sociais podem ser utilizadas para os mais diversos fins, desde o divertido ao profissional. Como elas ainda são vistas como algo que mais atrapalham do que ajudam nas empresas (não todas) é necessário que se verifiquem com os superiores a necessidade de usá-las no local de trabalho de uma forma que eles percebam que isso pode ajudar muito e adiantar a resolução de problemas que não se consegue resolver facilmente.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Wake On LAN

Olá pessoal,

Devido à falta de tempo para poder fazer uma demonstração descente do notebook, vou atualizar esse blog com uma outra postagem.

Vou falar um pouco sobre Wake On LAN. É um assunto que muita gente sabe o que significa, mas pouca gente sabe utilizar. Para quem não sabe aqui vai uma pequena explicação:

Segundo o Wikipédia, "Wake on LAN (também WOL ou WoL) é uma tecnologia-padrão de rede Ethernet que permite que um computador seja ligado remotamente."
Correto, mas é preciso explicar um pouco mais do que isso. Muita gente já me perguntou como é que faz para o computador ser ligado remotamente, se é só digitar "ping " no prompt de comando e faz com que a máquina ligue.

Não, o negócio não é bem assim. Para poder ligar ou "acordar" o computador é necessário enviar para o destino um pacote especial, chamado "magic packet" ou "pacote mágico". Só tem um problema, a máquina está desligada, como é que a gente vai enviar alguma coisa para uma máquina desligada?

Bom, vamos começar toda a explicação então. A primeira coisa que tem que se fazer na máquina que será ligada é ativar o recurso Wake On LAN na BIOS. Normalmente fica dentro do grupo "Power Management". Ele pode ter outros nomes como "Wake Up on LAN", "Power On LAN", enfim, você vai saber quando encontrá-la.

Depois de ativar, você deve saber qual o endereço MAC (também chamado endereço físico) da sua placa de rede (a cabeada, não a wi-fi). Para saber isso no Windows abra o prompt de comando e digite ipconfig /all. Encontre o Endereço físico.
No linux você tem duas opções, a primeira é você digitar ifconfig no console e encontrar o Endereço de HW ou então digitar ifconfig | grep HW e então ele só mostrará o endereço MAC das placas de rede que você tem instaladas.

Anotado o endereço MAC, é hora de arrumar um programa que envie o magic packet. No Windows eu uso um chamado Wake On LAN que pode ser baixado em http://www.depicus.com ou em http://www.caldas.xpg.com.br/programas/WakeOnLan.zip
Para Linux eu não procurei nenhum ainda, mas se alguém se interessar, é só avisar que eu procuro e posto aqui.

Depois de fazer o download do programa, abra o executável e digite as informações que ele pede.
O campo Internet Address você pode colocar qualquer um que esteja entre a faixa da rede.
Pronto, agora clica em Wake me UP e pronto, você vai ver o computador remoto ligando.

Esse exemplo é para uma rede local. É possível fazer isso também através da inernet, desde que o seu roteador possa fazer redirecionamento para broadcast.

Já me fizeram o seguinte questionamento: "E para que eu preciso disso?". Eu acho esse recurso muito interessante, pois evita que a máquina fique ligada o tempo todo. Outra coisa é se a rede for grande, e você precisar de alguma coisa que esteja em uma máquina distante, basta ligá-la, acessar remotamente e depois desligá-la. Isso ajuda a diminuir o gasto de energia além de ter que ir ao local onde está a outra máquina.

sábado, 13 de dezembro de 2008

Encomenda via Saraiva - Como fazer

Olá!

Recentemente comprei um notebook. Estava precisando, pois não passo muito tempo em casa e queria estar atualizado. Não tinha desktop em casa, então quando precisava acessar a internet para olhar e-mails e outras coisas era através da faculdade, o que nem sempre é legal, pois não é a mesma coisa que você ter uma coisa sua.

Então recebi um e-mail da Saraiva.com.br (aqueles vendendo produtos) e nesse e-mail tinha um Microboard Innovation i5300 com o seguinte título:

Notebook 3GB Core 2 Duo por R$ 1.899
E no anúncio:

Notebook
3GB Core 2 Duo
HD 120GB
Gravador de DVD

Achei o preço bom, só que não pensei em comprá-lo. Depois de analisar melhor, decidi fazer a compra.
Fiz a compra no dia 06/12/2008 (sábado). A forma de pagamento foi através de encomenda na loja física que funciona da seguinte forma (vou utilizar o meu exemplo, mas serve para qualquer coisa que venda no site e não tenha na loja):
Fui até a loja, disse que queria comprar o notebook e que a entrega fosse feita lá mesmo. Com isso, o funcionário pediu o meu CPF (caso você já seja cadastrado na loja, se não faz o cadastro na hora) e fez o pedido. Depois foi só ir até o caixa para fazer o pagamento. O tempo de entrega era de até 5 dias útéis para a loja (isso varia, lógico) aqui em Salvador. Quando o produto chega, eles entram em contato por telefone e é só pegar o produto na loja.

Aqui em Salvador o dia 08/12/2008 (segunda-feira) é feriado, então eu pensei: "Deve demorar mais um dia então". Só que a entrega vem de São Paulo, então como lá não era feriado, eles registraram o pedido na segunda-feira mesmo. Me mandaram um e-mail com o número do pedido.
No dia 10/12/2008 (quarta-feira) me mandaram outro e-mail informando que o pedido havia sido postado. Aqui eu vou começar a fazer alguns comentários.


Letras menores e de outra cor para poder destacar...
A Saraiva não informa a transportadora que envia os produtos. Com isso os compradores ficam sem ter como rastrear o seu pedido. Só fica sabendo que foi postado, mais nada. Os dias que compreendem o dia de quando foi postado até a chegada é de nervosismo total, é muito estranho não saber onde o seu pedido está em determinado momento. Esse nervosismo me fazia ir toda hora na loja para saber se o produto havia chegado (como eu trabalho perto, eu ia na hora do almoço e quando saía da empresa) mesmo sabendo que eles me ligariam.
Entrei em contato várias vezes com o suporte online da Saraiva, até que é legal, algumas coisas eles informam bem, mas parece que eles escondem o nome da transportadora. Dizem que não tem a informação, que a única coisa que tem é o número do pedido e como meu pedido foi enviado diretamente para a loja física, eles não tem como consultar.
Pronto, a transportadora que a Saraiva utiliza é a Direct Express. Vou ver depois se na nota fiscal tem o número de contato deles, acho que o site é http://www.directlog.com.br
No site http://www.reclameaqui.com.br existe algumas reclamações dessa empresa (na verdade esse site é para reclamações mesmo, então não é nenhuma novidade encontrar uma reclamação dessa empresa), foi assim que eu descobri que a Saraiva (e os sites http://www.submarino.com.br e http://www.americanas .com.br) utiliza essa transportadora.


O notebook chegou no último dia do prazo, dia 12/12/2008 e eles me ligaram na hora (sei disso porque uma hora antes eu estiva lá perguntando se ele havia chegado). Me entregaram na caixa e eu levei embora sem problema nenhum.

Qual a utilidade dessa postagem? Na verdade essa postagem é mais para explicar como funciona o sistema de pedido da Saraiva do que para outra coisa e também para informar qual a transportadora que a empresa utiliza para enviar as mercadorias.

O próximo será para mostrar como é o notebook, até lá.

Apresentação do blog

Olá pessoal,

Esta é a primeira postagem que eu faço no blog.
Primeiro ainda preciso definir sobre o que ele será. Inicialmente eu pensei em postar algumas coisas sobre tecnologia, só que como existem diversos sites, foruns, e blogs também, decidir pular essa parte.
Acho que esse blog terá um intuito de ter postagens sobre o que eu achar interessante. Agora vem a pergunta: O que eu acho interessante?

Bom, eu sou um estudante de Redes de Computadores da UNIFACS e faço estágio como técnico de suporte. Então provavelmente será algo que tenha a ver com informática.

Não sou o tipo de pessoa que copia o que acha interessante e publica da mesma forma, eu tenho um pensamento de que "se já existe uma informação que não foi difícil de achar, para que replicá-la?".

Claro que não serei um autor de conteúdos, mas colocarei aqui coisas que venham a acrescentar algo que já existe na internet, essa será a missão.

Ah sim, quase esquecendo: Sejam bem-vindos!